20 de Julho de 2019
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PEÃO...não, CIDADÃO !
08 de Maio de 2019
Água potável, instalações sanitárias em perfeito estado de conservação e higiene, local adequado para refeições. Parece desnecessária a inclusão destas exigências em uma legislação trabalhista, visto que estes são requisitos mínimos para o bem-estar e conforto, não só de qualquer trabalhador, independentemente de seu ramo de atuação, mas de qualquer pessoa. No entanto, esta não era a realidade encontrada nos canteiros de obras há mais de 20 anos, quando esses itens foram inclusos no texto da Norma Regulamentadora 18 durante a sua revisão, que ocorreu em 1995. Se as áreas de vivência já deixavam a desejar, não é difícil imaginar qual era o cenário em relação às demais questões de Segurança e Saúde do Trabalho na indústria da construção. Medidas preventivas e sistemas de gestão eram palavras pouco utilizadas em uma época em que o Brasil somava mais de um milhão de acidentes de trabalho, conforme levantamento da Previdência Social.

Uma das atividades econômicas que mais emprega no País, a indústria da construção contava, até janeiro deste ano, com pouco mais de dois milhões de trabalhadores, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Espalhados por todo o território nacional, eles atuam nos setores da construção pesada, montagem industrial e edificações, expostos a uma variedade de riscos nas muitas fases do processo construtivo. Além dos perigos que envolvem o trabalho em altura e a possibilidade de choque elétrico entre outros, os colaboradores também encontram desafios como o cronograma da obra a ser cumprido, muitas vezes `apertado’, chuvas, frio, calor, umidade e velocidade dos ventos. Todas essas questões são consideradas noPCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção), documento obrigatório para a prevenção dos acidentes graves e fatais.
Fonte: Revista Proteção
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