10 de Dezembro de 2019
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Alternativas para redução dos custos previdenciários acidentários são urgentes.
19 de Setembro de 2019
Custos Previdenciários
Mesmo com uma trajetória descendente nos últimos 45 anos, os números relativos à realidade dos acidentes de trabalho no País ainda são preocupantes, especialmente quanto aos seus impactos nos custos da Previdência Social. Segundo as fontes oficiais, mais afeitas ao mercado formal de trabalho, já no século 21, apenas no período 2000-2015, foram contabilizados 9.696.567 acidentes de trabalho, resultando em uma média anual de mais de 606 mil casos. As estatísticas da Previdência Social indicam que foram 44.696 casos fatais de acidentes, com média anual de 2.814 casos. Os casos liquidados de incapacidades permanentes foram de 210.177 casos, cujas médias anuais, estimadas para dois momentos, indicam uma elevação ao final do período, ou seja, entre 2000 e 2015, 14.007,5 casos; entre 2010 e 2015, 16.102 casos.

Os jovens são mais vitimados por acidentes típicos e de trajeto. O que poderia sugerir várias hipóteses, como por exemplo, a existência de relação entre o número de acidentes, a natureza da ocupação, o ramo de atividade e até mesmo a formação profissional, o que incluiria questões sobre trajetórias e capacitações habilitadoras à ocupação. Por outro lado, os grupos etários mais atingidos pelas doenças do trabalho se situariam em faixas etárias mais avançadas, o que, em geral, poderia ser explicado em razão de estas doenças estarem relacionadas à exposição continuada a fatores de risco, incluindo o impacto do tempo para se manifestarem.
Fonte: Revista Proteção
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